Em 2003 ou 2004 refleti e fui induzido a pensar a respeito das bases de uma felicidade em um casamento ou em um relacionamento qualquer. Uma das causas de um casamento falido e de uma separação ou rompimento de um relacionamento é a ausência da base - um afastamento tão grande das partes envolvidas que fica impossível chegar a uma vida em comum.
Neste ponto, se abre mão da felicidade construída a dois. Se alguém quer ser feliz, que procure sua maneira. Os diálogos vão se escasseando, as conversas, se tanto, versam sobre a administração caseira, filhos e nada mais.
A vida é muito, muito curta para que nós nos demos o luxo de ficar tomando o tempo da outra pessoa. "Não brinque com o sentimento das outras pessoas" é um verso da música do filtro solar. Da mesma forma, não permita que brinquem com os seus sentimentos.
Seo Antonio
Nem pintor, nem encanador
sexta-feira, 29 de julho de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
No Rio de Janeiro eu me encontro
Cheguei hoje pela manhã no RJ para três dias de trabalho e de alegria por estar nessa cidade.
Estou trabalhando com um cliente muito interessante, padrão em sua indústria. Minha responsabilidade é entregar um projeto estratégico em 8 semanas (ooops, uma e meia já foram!) com um pessoal que não tem nada levantado, poucos dados, muita gente terceirizada e pouca gente detentora de histórico. Se fosse um projeto de meus tempos de TerraForum, daria uma tremenda Comunidade de Práticas (ainda mais porque é um projeto na área de manutenção, um assunto que deve ser a 5a ou 6a vez que enfrento).
A alegria fica por conta de encontros e reencontros nesta cidade.
Hoje reencontrei um amigo com quem trabalhei há 10 anos na Monitor. Um profissional super inteligente que por força de projetos acabou parando no RJ por uma temporada até o momento que largou mão de SP. Está com outra cara: agora corre, pratica esportes, planeja-se para isso.
Nas palavras dele, um ex-sedentário se torna mais radical que um ex-fumante: só fala de corridas, exercícios e superação de metas.
Bom, eu como ex-sedentário e ex-fumante (e é uma pena que não seja ainda um ex-workaholic) confesso que não radicalizei. Suporto o cheiro de cigarro em lugares abertos (tipo alto mar) e continuo publicando minhas estatísticas de provas que participo nos míseros 5 Km corridos em 29 minutos e tanto (mas que já contém uma redução de 1 minuto sobre um tempo de há 3 anos) ... Ou seja, meu amigo está corretíssimo!
De todas as formas, o RJ está me fazendo pensar e aproveitar a vida, na medida que posso. Reencontrar os amigos e ter uma abordagem mais leve para a vida não são atitudes fáceis para quem se enterra no trabalho o tempo todo.
E viva o Rio!
Estou trabalhando com um cliente muito interessante, padrão em sua indústria. Minha responsabilidade é entregar um projeto estratégico em 8 semanas (ooops, uma e meia já foram!) com um pessoal que não tem nada levantado, poucos dados, muita gente terceirizada e pouca gente detentora de histórico. Se fosse um projeto de meus tempos de TerraForum, daria uma tremenda Comunidade de Práticas (ainda mais porque é um projeto na área de manutenção, um assunto que deve ser a 5a ou 6a vez que enfrento).
A alegria fica por conta de encontros e reencontros nesta cidade.
Hoje reencontrei um amigo com quem trabalhei há 10 anos na Monitor. Um profissional super inteligente que por força de projetos acabou parando no RJ por uma temporada até o momento que largou mão de SP. Está com outra cara: agora corre, pratica esportes, planeja-se para isso.
Nas palavras dele, um ex-sedentário se torna mais radical que um ex-fumante: só fala de corridas, exercícios e superação de metas.
Bom, eu como ex-sedentário e ex-fumante (e é uma pena que não seja ainda um ex-workaholic) confesso que não radicalizei. Suporto o cheiro de cigarro em lugares abertos (tipo alto mar) e continuo publicando minhas estatísticas de provas que participo nos míseros 5 Km corridos em 29 minutos e tanto (mas que já contém uma redução de 1 minuto sobre um tempo de há 3 anos) ... Ou seja, meu amigo está corretíssimo!
De todas as formas, o RJ está me fazendo pensar e aproveitar a vida, na medida que posso. Reencontrar os amigos e ter uma abordagem mais leve para a vida não são atitudes fáceis para quem se enterra no trabalho o tempo todo.
E viva o Rio!
sexta-feira, 1 de julho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
Fim de semana prolongado
Realmente não sei o que é ficar um fim de semana à toa. Parece que não me ensinaram. Não existe uma matéria em nenhum curso chamada Ócio 101, na qual você aprende a lidar com um tempo que é só seu.
Pensei e pensei, mas pensei em coisa que não se deve. A maior parte dos pensamentos me leva a largar o estilo de vida que tenho hoje, em toda a sua plenitude. Um sonho de ter um trabalho mais previsível e um amor mais imprevisível me tomou a atenção por completo e me aquietou, silenciou, deixou-me só.
Pouco desta solidão foi quebrada por duas sessões de cinema e uma visita muito legal ao Museu da Língua Portuguesa - e mesmo assim, com a cabeça atazanada por ter de ir ao trabalho na parte da tarde da sexta-feira em um dia completamente morto (uma baita ponte da quinta-feira de Corpus Christi e o fim de semana propriamente dito).
Tudo começa na quinta-feira, dia que fiz absolutamente nada. Fui deitar-me muito tarde na madrugada (eram por volta das 3 da manhã) só quando levei bronca por estar na frente do computador, em uma mistura de entretenimento, autoconhecimento e trabalho. Na quinta, saí com meu filho para assistir uma missa lindíssima na São Pedro São Paulo, desta vez com o bispo, com direito a procissão e muita emoção. Não fiz nada o dia todo - pelo menos não me lembro de algo que possa escrever por aqui.
Sexta-feira foi o dia de visitar a Estação da Luz - e confesso que foi a primeira vez que me lembro de visitá-la. Fiquei impressionado com os trabalhos em ferro fundido, as vigas rebitadas, o estilo antigo e funcional dos prédios públicos ingleses, a movimentação, mesmo em um dia morto. O Museu da Língua Portuguesa, que fica ao lado da Estação da Luz, é uma instalação muito interessante, cheia de imagens projetadas nas paredes, esquemas com mais de 100 metros de comprimento contando a evolução dos grunhidos do homo sapiens até o português brasileiro moderno que continua a modificar por influência daqueles que o falam. Fiquei profundamente tocado com uma apresentação e leitura de poesias e fragmentos sobre o amor, a saudade, a alegria e a tristeza, por autores como Manuel Bandeira, Fernando Pessoa e tantos outros. Locuções inteligentes de Juca de Oliveira, Maria Bethânia e Chico Buarque, Ná Ozzetti e Petit fazem o espetáculo.
Na volta para casa, correndo porque teria de trabalhar, recebo o recado, por email, que a reunião havia sido cancelada. Ora pois, poderiam ter simplesmente telefonado com as orientações. Extremamente frustrante este tipo de postura ... Enfim, fiquei sem nada a fazer, completamente sem inspiração. Talvez seja a hora de pegar o chapéu e realmente tomar uns meses de sabático, ler o que gostaria de ler, almoçar com os amigos e preparar-me para um mestrado. Procurar algo que me satisfaça totalmente, enquanto rearranjo os gastos da casa.
Na parte da tarde, o jeito foi ir ao cinema, assistir o recém-lançado filme do X-Men: Primeira Classe. Muito bem feito, cheio de referências e de "respostas" aos fãs que querem saber o porquê do estado de certos heróis (sim, por que o Prof. Xavier é paraplégico? De onde apareceu a escola? Por que Magneto é ... Magneto?). Gostei, foi uma diversão em tanto.
À noite, foi noite de academia. Afinal, preciso queimar todas as calorias extras do fim de semana. Mas só levantando peso não deu muito sucesso. Enfim, eu tento.
Ontem foi outro dia de cinema, desta vez à noite com o Carros 2. Não queria ter ido assistir o filme em português, mas minha filha praticamente nos obrigou a fazê-lo. Bem ... metade da graça pelo visto está no original, com o espião sendo dublado pelo Michael Caine. A versão em português tem o Mate super caipira, mas é a única diversão séria. De resto ... O filme é uma sátira total aos filmes de espionagem, do tipo 007, com muitas locações e tipos esquisitos. Só o Austin Powers conseguiu fazer outro filme tão satírico. Enfim, gostei de perceber algumas ironias aos próprios produtores do filme: uma placa de pneus em uma das curvas do Grand Prix da Itália (que era Mônaco igualzinha!) onde se lia "LasseTyres", uma homenagem desvalada ao grande animador e líder espiritual da Pixar, John Lasseter. Em um dos ingressos já nos créditos, tem uma data, 06141964, provavelmente o aniversário de um dos criadores ou desenhistas. Enfim, muito é perdido na tradução (não se esqueça do que sempre escrevo: "traduttori traditori") e uma conveniência à minha filha fez perder uma boa parte da diversão para mim. Mas como a alegria dos pais é ver os filhos felizes ... ficou no zero a zero.
Hoje foi dia de academia para mim. Incrível, mas a academia estava vazia. Não sei se por conta da chuva, do feriado ou da Marcha do Orgulho Gay (sei que tem as lésbicas, os travestis, os transexuais, os simpatizantes e todo o resto do arco-íris, mas nunca consigo escrever a sigla corretamente), a academia estava vazia de tudo. Foi bom para apressar-me nos exercícios - inclusive o de memória ... já que a academia estava sem sistema e eu sem a fichinha para seguir a sequência de tortura.
Volto a trabalhar agora até umas 17, 17h20. Daí é hora de missa e escutar a pregação do padre Clemente ou do padre Marco, talvez os únicos que eu consiga entender na plenitude o que querem transmitir de ensinamentos.
Foi longo, mas merecido. Não escrevia há muito tempo. Assuntos, tenho-os de sobra, sem a possibilidade de sair escrevendo.
Pensei e pensei, mas pensei em coisa que não se deve. A maior parte dos pensamentos me leva a largar o estilo de vida que tenho hoje, em toda a sua plenitude. Um sonho de ter um trabalho mais previsível e um amor mais imprevisível me tomou a atenção por completo e me aquietou, silenciou, deixou-me só.
Pouco desta solidão foi quebrada por duas sessões de cinema e uma visita muito legal ao Museu da Língua Portuguesa - e mesmo assim, com a cabeça atazanada por ter de ir ao trabalho na parte da tarde da sexta-feira em um dia completamente morto (uma baita ponte da quinta-feira de Corpus Christi e o fim de semana propriamente dito).
Tudo começa na quinta-feira, dia que fiz absolutamente nada. Fui deitar-me muito tarde na madrugada (eram por volta das 3 da manhã) só quando levei bronca por estar na frente do computador, em uma mistura de entretenimento, autoconhecimento e trabalho. Na quinta, saí com meu filho para assistir uma missa lindíssima na São Pedro São Paulo, desta vez com o bispo, com direito a procissão e muita emoção. Não fiz nada o dia todo - pelo menos não me lembro de algo que possa escrever por aqui.
Sexta-feira foi o dia de visitar a Estação da Luz - e confesso que foi a primeira vez que me lembro de visitá-la. Fiquei impressionado com os trabalhos em ferro fundido, as vigas rebitadas, o estilo antigo e funcional dos prédios públicos ingleses, a movimentação, mesmo em um dia morto. O Museu da Língua Portuguesa, que fica ao lado da Estação da Luz, é uma instalação muito interessante, cheia de imagens projetadas nas paredes, esquemas com mais de 100 metros de comprimento contando a evolução dos grunhidos do homo sapiens até o português brasileiro moderno que continua a modificar por influência daqueles que o falam. Fiquei profundamente tocado com uma apresentação e leitura de poesias e fragmentos sobre o amor, a saudade, a alegria e a tristeza, por autores como Manuel Bandeira, Fernando Pessoa e tantos outros. Locuções inteligentes de Juca de Oliveira, Maria Bethânia e Chico Buarque, Ná Ozzetti e Petit fazem o espetáculo.
Na volta para casa, correndo porque teria de trabalhar, recebo o recado, por email, que a reunião havia sido cancelada. Ora pois, poderiam ter simplesmente telefonado com as orientações. Extremamente frustrante este tipo de postura ... Enfim, fiquei sem nada a fazer, completamente sem inspiração. Talvez seja a hora de pegar o chapéu e realmente tomar uns meses de sabático, ler o que gostaria de ler, almoçar com os amigos e preparar-me para um mestrado. Procurar algo que me satisfaça totalmente, enquanto rearranjo os gastos da casa.
Na parte da tarde, o jeito foi ir ao cinema, assistir o recém-lançado filme do X-Men: Primeira Classe. Muito bem feito, cheio de referências e de "respostas" aos fãs que querem saber o porquê do estado de certos heróis (sim, por que o Prof. Xavier é paraplégico? De onde apareceu a escola? Por que Magneto é ... Magneto?). Gostei, foi uma diversão em tanto.
À noite, foi noite de academia. Afinal, preciso queimar todas as calorias extras do fim de semana. Mas só levantando peso não deu muito sucesso. Enfim, eu tento.
Ontem foi outro dia de cinema, desta vez à noite com o Carros 2. Não queria ter ido assistir o filme em português, mas minha filha praticamente nos obrigou a fazê-lo. Bem ... metade da graça pelo visto está no original, com o espião sendo dublado pelo Michael Caine. A versão em português tem o Mate super caipira, mas é a única diversão séria. De resto ... O filme é uma sátira total aos filmes de espionagem, do tipo 007, com muitas locações e tipos esquisitos. Só o Austin Powers conseguiu fazer outro filme tão satírico. Enfim, gostei de perceber algumas ironias aos próprios produtores do filme: uma placa de pneus em uma das curvas do Grand Prix da Itália (que era Mônaco igualzinha!) onde se lia "LasseTyres", uma homenagem desvalada ao grande animador e líder espiritual da Pixar, John Lasseter. Em um dos ingressos já nos créditos, tem uma data, 06141964, provavelmente o aniversário de um dos criadores ou desenhistas. Enfim, muito é perdido na tradução (não se esqueça do que sempre escrevo: "traduttori traditori") e uma conveniência à minha filha fez perder uma boa parte da diversão para mim. Mas como a alegria dos pais é ver os filhos felizes ... ficou no zero a zero.
Hoje foi dia de academia para mim. Incrível, mas a academia estava vazia. Não sei se por conta da chuva, do feriado ou da Marcha do Orgulho Gay (sei que tem as lésbicas, os travestis, os transexuais, os simpatizantes e todo o resto do arco-íris, mas nunca consigo escrever a sigla corretamente), a academia estava vazia de tudo. Foi bom para apressar-me nos exercícios - inclusive o de memória ... já que a academia estava sem sistema e eu sem a fichinha para seguir a sequência de tortura.
Volto a trabalhar agora até umas 17, 17h20. Daí é hora de missa e escutar a pregação do padre Clemente ou do padre Marco, talvez os únicos que eu consiga entender na plenitude o que querem transmitir de ensinamentos.
Foi longo, mas merecido. Não escrevia há muito tempo. Assuntos, tenho-os de sobra, sem a possibilidade de sair escrevendo.
sábado, 7 de maio de 2011
Porque não gosto de avaliações
Afinal, 360º é uma medida geométrica (como uma volta completa na circunferência) ou é a temperatura do avaliado em uma avaliação 360º?
Algumas vezes o avaliador deixa o avaliado em uma situação tão difícil que a ferramenta de avaliação deveria se chamar "Avaliação 360ºC" ...
Já pensei que a avaliação de desempenho (também chamada de "avaliação de desespero" para os mais íntimos) é uma decisão a priori do avaliador: "eu gosto de tal pessoa - agora preciso achar umas histórias que suportem esse meu sentimento" ou "eu acho que esse cara não funciona a contento - vou estressar aquele episódio que deixou de colocar o coador de papel na máquina de café, despejando o pó de café diretamente na máquina. 'Não sabe usar os recursos da empresa adequadamente'".
Ainda pior quando a avaliação de desempenho se dá em uma companhia muito pequena, onde todos se conhecem. E, mesmo nas grandes, o span of control é na prática tão pequeno que é possível mandar um gabarito padronizado com "este é o mais competente e produtivo dos 5 subordinados que tenho; esse é o segundo etc.". O último qualificado pode receber o bilhete azul e pronto. Ano que vem conversamos com todos de novo. É menos brutal que a 360º(C).
Será que a vida é assim mesmo?
Algumas vezes o avaliador deixa o avaliado em uma situação tão difícil que a ferramenta de avaliação deveria se chamar "Avaliação 360ºC" ...
Já pensei que a avaliação de desempenho (também chamada de "avaliação de desespero" para os mais íntimos) é uma decisão a priori do avaliador: "eu gosto de tal pessoa - agora preciso achar umas histórias que suportem esse meu sentimento" ou "eu acho que esse cara não funciona a contento - vou estressar aquele episódio que deixou de colocar o coador de papel na máquina de café, despejando o pó de café diretamente na máquina. 'Não sabe usar os recursos da empresa adequadamente'".
Ainda pior quando a avaliação de desempenho se dá em uma companhia muito pequena, onde todos se conhecem. E, mesmo nas grandes, o span of control é na prática tão pequeno que é possível mandar um gabarito padronizado com "este é o mais competente e produtivo dos 5 subordinados que tenho; esse é o segundo etc.". O último qualificado pode receber o bilhete azul e pronto. Ano que vem conversamos com todos de novo. É menos brutal que a 360º(C).
Será que a vida é assim mesmo?
sábado, 23 de abril de 2011
Música para meus ouvidos
Nessa filosofia toda de liberdade e renascimento, algo muito legal me tocou: um monte de gente pelo mundo que está me ensinando finalmente a tocar baixo, depois de trinta anos de tentativas.
Quem descobri desta vez ...
Maggie 8181 - uma polonesa baixista de mão cheia que toca a Penny Lane do Paul McCartney:
Sartorius - um baixista também muito bom (e toca a Penny Lane dos Beatles)
E outras músicas que me inspiram até hoje: Bach e Jethro Tull - na mesma música!
Quem descobri desta vez ...
Maggie 8181 - uma polonesa baixista de mão cheia que toca a Penny Lane do Paul McCartney:
Sartorius - um baixista também muito bom (e toca a Penny Lane dos Beatles)
E outras músicas que me inspiram até hoje: Bach e Jethro Tull - na mesma música!
Páscoa
Páscoa é o rumo à liberdade e ao renascimento. Este feriado para mim foi um pouco de cada.
Liberdade de pensar e de agir. Pensar custa disciplina e requer silêncio. Não se fala o que se pensa, não diretamente. O mundo seria uma catátrofe se todos falassem o que pensam. Liberdade de agir é ainda mais limitado: não se sai fazendo o que dá na cabeça. Opinião e ação precisam de contexto e de permissão para sairem por aí.
Neste fim de semana, minha liberdade foi pensar sobre o que vem me aborrecendo. Como todo bom geminiano, fica muito no ambiente dos pensamentos e pronto: já é o suficiente. Agir, só no momento certo. Alguns assuntos já estão em marcha. Outros, pela delicadeza, são rupturas com a situação atual e requerirão um timing um pouco diferente.
E daí vem a história do renascimento. Ao buscar essa liberdade, só renascendo, no sentido de iniciar uma nova vida, com um grau menor de aborrecimentos, se possível, com mais prazer e companhias.
O tempo de conversar com o faraó e de se recolher no deserto por 40 dias se foi.
E, para todos os demais que passam por aqui, somente um desejo: Boa Páscoa.
Liberdade de pensar e de agir. Pensar custa disciplina e requer silêncio. Não se fala o que se pensa, não diretamente. O mundo seria uma catátrofe se todos falassem o que pensam. Liberdade de agir é ainda mais limitado: não se sai fazendo o que dá na cabeça. Opinião e ação precisam de contexto e de permissão para sairem por aí.
Neste fim de semana, minha liberdade foi pensar sobre o que vem me aborrecendo. Como todo bom geminiano, fica muito no ambiente dos pensamentos e pronto: já é o suficiente. Agir, só no momento certo. Alguns assuntos já estão em marcha. Outros, pela delicadeza, são rupturas com a situação atual e requerirão um timing um pouco diferente.
E daí vem a história do renascimento. Ao buscar essa liberdade, só renascendo, no sentido de iniciar uma nova vida, com um grau menor de aborrecimentos, se possível, com mais prazer e companhias.
O tempo de conversar com o faraó e de se recolher no deserto por 40 dias se foi.
E, para todos os demais que passam por aqui, somente um desejo: Boa Páscoa.
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